Entenda porque a gestão farmacêutica é tão importante

Apesar de muitas pessoas considerarem as farmácias como locais que apenas vendem remédios, medicamentos, entre outros produtos para a saúde e higiene, esses estabelecimentos incorporam o setor de saúde de uma comunidade. Sua importância é indiscutível, porém mantê-la rentável e estável financeiramente depende de diversos fatores ligados à gestão farmacêutica.

Esse é um mercado crescente no Brasil, uma vez que só aumenta o número de pessoas que prefere ter um aconselhamento farmacêutico a esperar horas na fila de um pronto socorro para ser atendido. Para essa demanda, a gestão deve ser feita com sabedoria pelo farmacêutico, para que não faltem remédios e materiais para a rotina da farmácia, para manter controle do estoque, o fluxo do caixa, o recebimento de receitas, entre outros detalhes importantes.

Apesar de um farmacêutico não ter o mesmo conhecimento que um gestor ou administrador de empresas, é preciso que o mesmo entenda ao menos o básico sobre gestão financeira, contabilidade, gestão de pessoas, entre outros detalhes. Isso porque uma drogaria deve nutrir práticas internas saudáveis, para que se tenha números satisfatórios para o seu crescimento.

Organizar as despesas

Uma boa gestão farmacêutica deve contabilizar, considerando os dias do mês, quantas são as despesas e custos advindos da farmácia mensalmente. Os gastos neste estabelecimento são decorrentes de aluguel, pagamento de funcionários, compra de medicamentos e materiais do cotidiano (materiais de limpeza, de escritório), da manutenção de computadores etc. Outro dado importante é a contagem dia a dia da receita, que são os ganhos obtidos com a venda dos produtos.

Só com esse controle diário é possível chegar ao final do mês e realizar uma análise sobre o lucro da farmácia naquele período, ou seja, a diferença entre a receita e as despesas. Assim, o farmacêutico consegue planejar o próximo mês, de acordo com o resultado do anterior, tomando decisões como a redução de gastos ou o investimento em mais funcionários ou produtos, por exemplo.

Organizar o estoque

Um dos setores principais de uma farmácia é o estoque. É através da sua organização que se tem a quantidade necessária de medicamentos para a venda, sem que haja desperdício ou falta de algum deles para oferecer aos seus clientes. A falta de produtos é o principal vilão de uma farmácia, já que abre oportunidades para que seus clientes procurem a concorrência.

Uma boa alternativa para esse controle é contratar um software de gestão de estoque, que permitirá que o farmacêutico disponibilize as informações da quantidade de cada medicamento e do setor onde está localizado no estoque, a fim de que o sistema mande um alerta automático quando um item está perto de acabar. Assim, o farmacêutico consegue realizar o pedido desse item antes que o mesmo realmente acabe.

Além disso, é possível planejar a compra antecipada de um medicamento ou de algum outro produto, podendo garantir um desconto em épocas do ano com maior procura.

Gerenciar os recursos humanos

Sem uma gestão de pessoas, todo o planejamento das atividades não poderá ser executado com eficiência pelos seus funcionários. A gestão farmacêutica precisa olhar para esse detalhe tão importante, prevendo gastos e datas de depósito de salários, benefícios e estimulá-los com reconhecimentos e até mesmo participação nos lucros. Além disso, é preciso capacitá-los de acordo com a necessidade da farmácia, a fim de que estes consigam atingir os objetivos e metas de vendas e um bom atendimento ao cliente.